edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 1.6.06
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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 31.5.06
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Existem em funcionamento vários programas para a recuperação de edificios em Elvas em associação entre o Governo da Nação (INH) e o Palácio do Regedor (RECRIA, SOLARH, REHABITA) para além do malfadado "Elvas Cidade Branca", estando inclusivé no programa eleitoral a criação duma Sociedade de Reabilitação Urbana para Elvas.

Contudo o mau estado de esta construção propriedade do Palácio do Regedor é notório e pouco abonatório para as funções que cumpre (ou deveria cumprir!).
Por tal fica notificado o Vereador, que no caso é duplamente responsável por esta situação por acumular Turismo e Reabilitação Urbana, para a rápida e eficaz resolução desta propriedade pública a bem da imagem da cidade que se quer Património Mundial.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 31.5.06
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Apartir do próximo mês inicia-se aqui no blogue deste Velho Conselheiro uma nova rúbrica: Casa da Cultura.
A definição de cultura varia consoante os autores consultados, os tempos em que se entende a própria cultura bem como o meio físico onde o "acto cultural" tem lugar, daí a ideia de criar esta Casa da Cultura como um espaço onde todos os fenómenos de expressão humana estejam presentes na mais ampla definição de cultura que se possa imaginar.
Literatura, Pintura, Música, Artesanato, Happenings, Escultura, Arte Digital, Cinema, TV, Teatro, etc.

Como todos os espaços deste blogue a Casa da Cultura está aberto à participação dos co-Conselheiros e de todos os que tiverem uma palavra a dizer.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 30.5.06
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Nestes dias que os Elvenses acorrem ao Jardim Municipal do Rossio para a Feira Escolar recordo que à entrada do mesmo tem o aviso: Proibido pisar a relva.

Ao contrário do que no resto do mundo civilizado a relva dos espaços públicos continua vedado ao usufruto das populações sendo a sua utilização apenas ornamental. Mesmo nesta imagem do Parque Infantil para além da sinalização da proibição de animais de estimação e de jogos de bola é também proibido pisar a relva pelo que se pergunta este Velho Conselheiro: Como brincarão as crianças neste espaço?

No resto do jardim imagino que a relva para além da função decorativa sirva para WC canina!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 29.5.06
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Como já aqui escrevi também do lado espanhol se prepara a instalação de uma plataforma logística em Badajoz, pelo que em reunião em Lisboa o Ministro da Nação Mário Lino e a Ministra Real Espanhola Maria Antonia Trujillo acordaram trabalhar em conjunto para um possível acordo para a criação de uma “holding” luso-espanhola de direito comunitário que irá ser participada pelo SEPES - Entidad Pública Empresarial de Suelo – e uma congénere lusa a criar com participações dos Porto de Sines, Lisboa e Setúbal, da REFER e do Palácio do Regedor Elvense, que será responsável pela gestão da Plataforma.
Enquanto do lado português se aguarda a conclusão do “Estudo Estratégico de Desenvolvimento da Área de Transição entre Elvas e Espanha”, do outro lado do Caia o SEPES encontra-se em negociações para a aquisição dos 300 hectares de terrenos previstos para a instalação do lado espanhol desta plataforma.
Constituída está também o grupo de trabalho misto que definirá os mecanismos que permitam desenhar uma plataforma com unidades funcionais dos dois lados da fronteira, coordenar os projectos português e espanhol para uma harmonização que permita a execução de um Plano Director Único que evite a duplicação de investimentos, por exemplo um único terminal ferroviário.
Depois das infra-estruturas realizadas, a intenção dos dois governos ibéricos é que a gestão seja entregue a esta holding internacional que poderá então passar pela figura de um Agrupamento Europeu de Interesse Económico, contudo essa resolução apenas será tomada depois do grupo misto terminar o se trabalho.
Depois do Império Romano ter unido extremenhos e lusitanos sob o mesmo governo, eis que a história se repeta na união luso-espanhola das Terras do Caia/Caya.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 26.5.06



A viver em Coimbra há 15 anos como foi a experiência de sair de Elvas e rumar a uma cidade e a uma vida desconhecida?
Foi angustiante por um lado e fascinante por outro. Coimbra é uma cidade que permite crescer quer academicamente quer a nível pessoal e cívico.Oferece muitas oportunidades aos estudantes de sonhar, conviver, realizar projectos, intervir social e politicamente. Eu acho que aproveitei bem essas oportunidades.

Que ligações mantém com a cidade natal?
Mantenho a minha familia e alguns amigos em Elvas, que visito quando posso.
Hoje em dia exerce advocacia. Como olha para a justiça portuguesa?
Olho a Justiça com esperança. Não quero cair na tentação de criticar por criticar, pese embora tenha motivos de sobra para ser céptica. Acredito que estou por dentro do sistema para poder mudar aquilo com que não concordo. Nomeadamente a morosidade que derroga o verdadeiro sentido da Justiça e é o seu maior problema.
Numa altura em que em Elvas se fala no encerramento da Maternidade a Cristina está de esperanças. Como vê, ao longe, estes acontecimentos?
Vejo com muita preocupação. Preocupa-me saber que, em termos de saúde, o interior esteja tão mal servido fazendo da população de Elvas uma especie de cidadãos de segunda. O problema é de fundo e não posso concordar com o facto de o serviço de Maternidade - ou outros - não tenham direito ao investimento técnico e humano que a população merece . Mas já que a ferida existe não me choca aceitar que se coloquem alternativas viáveis e realistas, nomeadamente a colaboração de Badajoz. Parece-me demagógico colocar esta questão em termos de nacionalismos exacerbados.
Se eu vivesse em Elvas e a minha filha tivesse de nascer ai, quereria que ela tivesse a melhor assistência, de um ou outro lado da fronteira.
Que recordações a embalam nos dias de saudade?
Os meus tempos de infância e os meus longos passeios a cavalo.
Acredita que a exposição causada com o “caso Casa Pia” prejudica a imagem de Elvas ao associar este nome a um dos mais polémicos casos de pedofilia do país?
Não acredito que a imagem da cidade seja afectada, uma vez que apenas um dos arguidos do processo é natural de Elvas. Acredito que a opinião publica entende que a ligação deste processo a Elvas é meramente circunstancial.
Como elvense fora de portas como vê o estado actual desta cidade? Que futuro poderá percorrer esta terra raiana?
Sinceramente, não tenho um conhecimento aprofundado sobre a realidade socio-económica da cidade e qual será o seu rumo. Sem conhecimento e sem capacidade de exercer futurologia, só me resta o desejo que a nossa terra se desenvolva no sentido de proporcionar á população a melhor qualidade de vida.
Não sei se tem, mas se tivesse que colocar um retrato de um monumento de Elvas
na sua casa esse seria…
Os Arcos da Amoreira, pela sua beleza e majestosidade.
O seu rebento será alentejano de coração?
Claro que sim, vou-lhe contar muitas histórias da minha terra e irá passar férias com os avós para conhecer as suas raizes.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 25.5.06
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Porque rir é o melhor remédio...

em parceria com Sergei Cartoons

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 25.5.06
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A Circunvalação às muralhas na Zona Desportiva apresenta este aspecto nos dias de hoje. Já foram, os separadores e a rotunda, espaços relvados verdejantes, foram também espaços amarelados, passando depois a terras mexidas e hoje são apenas pastos!

Para quando uma solução economica e definitiva para estes espaços ajardinados?

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 24.5.06
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No âmbito do projecto “Portugal Logístico” apresentado pelo Governo da Nação a Plataforma de Elvas / Caia é nas palavras do Ministro “ a de maior prioridade” de entre as 11 a instalar.
Esta estrutura irá ocupar uma área de 38 hectares na fase inicial tendo uma área de reserva de mais 22 hectares para futuro alargamento. Quanto ao investimento que se irá efectuar o Governo orçamenta 52 milhões de euros para infra-estruturas e mais 7 para acessibilidades.
Com o objectivo de se tornar na principal plataforma transfronteiriça peninsular, articulada com os Portos de Sines, Setúbal e Lisboa pretende dinamizar a economia do Alentejo prevendo-se que o seu volume de negócios atinja 2,1% do PIB industrial português e 0,7% do espanhol. Para tal será dotada de uma área especifica para a logística multifunções (recebendo, armazenando e expedindo mercadorias), uma área de logística especializada (para mercadorias prioritárias ou especiais), bem como uma área logística de transformação (reembalagem ou reacondicionamento de mercadorias) complementado por uma área de serviço de apoio a empresas e veículos.
A localização especifica na articulação entre as capitais ibéricas e na continuação da coluna ibérica Barcelona / Madrid / Lisboa, a Plataforma Logística de Elvas / Caia será servida pela Auto Estrada A6, pela Linha do Leste, pela futura Linha AV Lisboa / Madrid e pela Linha Ferroviária Sines/Badajoz, pelo que contará com um Terminal Intermodal Ferro/Rodoviário, um terminal Ferro/Ferroviário.
Em termos numérico esta estrutura movimentará, segundo o Governo da Nação, 1.100.000 toneladas/ano com uma população alvo de 1.000.000 de habitantes num raio de 100kms.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 23.5.06
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A iniciativa de organização de um Corpo de Bombeiros Voluntários em Elvas pertenceu à Câmara Municipal em Fevereiro de 1929 e qaue viria a ter denominação de "Corpo de Salvação Pública de Elvas".
A 5 de Maio de 1929 era fundada a Corporação de Elvas, que viria a ter o seu quartel, propriedade da Câmara, no Largo da Madalena, actual Praça 25 de Abril. O seu fundador e primeiro comandante o Senhor Tomáz de Aquino de Sousa Miguel Pereira devido a várias dificuldades viria a entregar as chaves do quartel e apresentar a sua demissão, levando a que tempos depois com outros elvenses se funda-se a Associação dos Bombeiros Voluntários a 1 de Janeiro de 1938.
Depois deste 1º quartel no Largo da Madalena, destruido para a construção do Viaduto das Portas de Évora, passando este para o Largo de S. Domingos onde se manteve até 1967, passando posteriormente para a Vedoria anexa ao antigo Hospital Militar. Em 1992 é inaugurado o novo edificio no Bairro de S. Pedro.
A Associação recebe em 23 de Junho de 1942 o Grau de Cavaleiro da Ordem de Benemerência.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 22.5.06

De há uns tempos a esta parte tenho reparado no substancial salto que a Agenda da Cidade tem dado, quer em termos de informação quer a nível visual. Está de parabéns o Gabinete de Informação do Palácio do Regedor!

Contudo espero que esta continue a melhorar pelo que deixo algumas sugestões:

    1. Dar a conhecer a história das várias colectividades do concelho;
    2. ou figuras "tipícas" elvenses;
    3. Incluir os Museus da Cidade com descrição das colecções;
    4. Farmácias de Serviço;
    5. Horários de Transportes Urbanos e para as freguesias;
    6. ...

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 19.5.06
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Tiveram a palavra os co-Conselheiros e visitantes do blogue!
Boa Feira para todos!

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