Dedicado a todos os crédulos dos homens da política actual... e que foram enganados!
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello
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11.5.06
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SERGEI CARTOONS
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello
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10.5.06
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SOCIEDADE
Nesta semana em que nascem os últimos elvenses no seu torrão natal, com decisões judiciais e contra normativas legislativas, interessa-me dizer que elvenses somos todos aqueles que criamos laços afectivos com um sitio. Elvenses de coração, nativos ou amantes é importante que todos sejam bem vindos para que Elvas seja sempre a cidade Portuguesa que mais lutou pela nossa Nação! Os elvenses devem nascer com qualidade, e, de preferência na sua cidade e com qualidade! O Ministério da Nação garante que o encerramento é irreversível, a fundação procura manter o serviço aberto e o Palácio do Regedor... já nem sei! Por isso não comentei mais sessões de esclarecimento, manifestações, fados ou outros folclores. Recordo que o principal interesse deste blogue é despertar o livre pensamento e a troca de opiniões. Somos pela critica positiva e não pelo "dizer mal". Não estamos contra poderes instalados (foram eleitos pelo povo) ou oposições (se existem). Contudo verifica este Velho conselheiro que os negócios estão fazendo com que Elvas perca os seus serviços! A seguir será a vez do Estabelecimento Prisional Regional de Elvas fechar! - veja a notícia aqui.
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello
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9.5.06
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EUROCIDADE
Celebra-se hoje o Dia da Europa comemorando que em 1950 Robert Schuman ter apresentado uma proposta de criação de uma Europa organizada, requisito indispensável para a manutenção de relações pacíficas. Esta proposta, conhecida como "Declaração Schuman", é considerada o começo da criação do que é hoje a União Europeia. Actualmente o dia 9 de Maio tornou-se um símbolo europeu (Dia da Europa) que, juntamente com a bandeira, o hino, a divisa e a moeda única (o euro ), identificam a identidade política da União Europeia.
Desde 1986 Portugal é membro desta organização e Elvas tem um compromisso especial com ambos: Aqui se encontra a Europa com Portugal! É neste dia da Europa que é apresentado pelo Governo da Nação o Plano Estratégico sobre Plataformas Logísticas, e claro, a Plataforma Multimodal do Caia. O Regedor esta de parabéns e toda a cidade.
Segundo os Governantes da Nação este Plano passará:
- Pelo desenvolvimento de sítios para as empresas de transporte e logística. Não só para as grandes empresas mas também para as de pequena e média dimensão que não dispõem de base de capital suficiente para construir as suas plataformas.
- Pela oportunidade de melhorar o seu desempenho com fruição de uma quantidade de serviços associados às suas actividades e permitindo o acesso às mais modernas tecnologias de informação e comunicação.
- Pela promoção da intermodalidade no sistema de transportes de mercadorias, aumentando a eficiência de gestão das cadeias de transporte e reduzindo os custos intrínsecos ao transporte e com externalidades.
- Pela promoção directa e indirecta de emprego com uma ampla estratificação dos níveis de competências, que vai da manipulação das mercadorias até à gestão sofisticada das cadeias de abastecimento.
- Pelo desenvolvimento de novas indústrias de tratamento e valorização das nossas mercadorias e das que estão em trânsito para a Península Ibérica, para a Europa e para o resto do mundo.
Agora é necessário preparar a Nova Elvas para este futuro. É necessário exigir quer à Universidade de Évora quer ao Instituto Politecnico de Portalegre, ou ainda às Escolas Profissionais, que formem jovens para estas novas atribuições. Garantir condições na cidade para a fixação de novas populações não as deixando fugir para além-Caia. Garantir apoios para os empresários locais, e que estes se unam numa Associação dinâmica.
Há que saber tirar o maior proveito possível desta.Será uma oportunidade mas não o "maná". Todos somos Elvas, todos somos Europa!
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello
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8.5.06
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COLISEU
O Pavilhão Multiusos já foi aqui abordado em D. Manuel I e as obras na cidade e na pesquisa de opinião realizada em Outubro/Dezembro de 2005, de onde resultou Comunicado à População nº 3. Mas convém ter presente que já passaram 8 meses sobre a data prevista de final de obra e ao certo não se sabe a derrapagem de custos! A obra de regime não tem fim!
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello
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6.5.06
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ECONOMIA
Depois de em Setembro passado o Palácio do Regedor ter solicitado à Confraria do SJPiedade mais terreno de modo a alargar a Expo S. Mateus, e estando a segunda feira do Concelho, a Feira de Maio, muito além do que seria desejável em termos de qualidade e visitantes propomos saber a sua opinião sobre se esta deveria ser transformada numa Feira Agricola, Comercial, Industrial e Pecuária de Elvas - FACIPE. Dê a sua opinião! Vote na margem direita!
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello
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28.4.06
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NA PRIMEIRA PESSOA...
Continua ligado à sua cidade natal? Nunca vivi em Elvas. Apenas fui lá nascer por motivos familiares. Continuo ligado à cidade através das relações familiares que aí tenho e das recordações das férias que aí passei em criança por ocasião do Natal, da Páscoa e sobretudo do São Mateus. Que trajecto existe na sua vida entre o sair de Elvas e o cargo de Director do Instituto Superior de Estatística e Gestão de Informação da Universidade Nova de Lisboa? Bom, é uma longa trajectória na medida em que, como disse anteriormente, nunca vivi em Elvas. O cargo de Director do ISEGI-UNL é um passo de uma carreira académica iniciada com uma licenciatura em Engenharia do Ambiente na Universidade Nova de Lisboa. O escolher prosseguir esta via foi, na altura (1979), uma aventura, na medida em que ninguém falava de ambiente (aliás era motivo de troça) e sobretudo porque tudo estava programado para que fizesse uma carreira de engenharia tradicional no Instituto Superior Técnico. A partir daqui caminhei sempre por áreas novas e passei por um Mestrado em Planeamento Regional na Universidade de Massachussetts, onde tomei contacto com os Sistemas de Informação Geográfica. Depois de uma breve passagem por Portugal, onde trabalhei como consultor na então Direcção-Geral da Qualidade do Ambiente e no Serviço Nacional de Parques, Reservas e Conservação da Natureza, voltei aos Estados Unidos, desta vez para a Universidade da Califórnia, para me doutorar em Sistemas de Informação Geográfica, área onde trabalho ainda hoje. No regresso a Portugal retomei a actividade de consultor independente, tendo ingressado na Universidade Nova de Lisboa um ano depois (1993). Aí fiz toda a carreira docente (de Professor Auxiliar a Catedrático), tendo sido eleito Director do Instituto Superior de Estatística e Gestão de Informação desde 1999. Como Engenheiro do Ambiente que avaliação faz da situação actual de Portugal neste domínio? A minha actividade enquanto Engenheiro do Ambiente está orientada para os Sistemas de Informação sobre o Ambiente com base geográfica. A pergunta que me faz é de cariz mais político, e não pode ser respondida de forma eficaz num curto parágrafo. Um provinciano em Lisboa ou um homem do mundo com raízes elvenses? Penso que nem uma coisa nem outra. De facto nunca me senti provinciano em Lisboa na medida em que sempre lá vivi. As raízes elvenses actuam como um elemento enriquecedor da vivência social e dão-nos um contraponto de realidade diferente que actua como estimulante para o nosso dia-a-dia. Isto é particularmente interessante quando se passa tanto tempo no estrangeiro, como no meu caso. Em relação à segunda parte da pergunta gosto de me considerar um cidadão que tenta compreender os problemas do mundo em que vivemos como um todo, independentemente da nacionalidade ou da região de origem. Uma cidade de tradição castrense, como Elvas, com um património invejável, uma economia tradicional ligada ao comércio e a agricultura na sua óptica que caminho deverá traçar para sobreviver à globalização e desertificação do interior? Infelizmente desconheço a realidade sócio-económica concreta de Elvas em pormenor. Parece-me, no entanto, que cidades com as características de Elvas, muito ricas em património histórico, que inclui a arquitectura e as actividades económicas tradicionais, terão que dedicar especial atenção ao turismo de qualidade com procura cada vez maior na cena nacional e internacional. Este tipo de turismo procura locais bem conservados do ponto de vista arquitectónico, qualidade ambiental elevada, acesso a locais de lazer, repouso e contemplação, integrados em actividades económicas tradicionais como a agricultura, a silvicultura, a pastorícia, a gastronomia e as artes tradicionais. Isto obriga a um enorme rigor na protecção da qualidade ambiental do concelho, no controle do seu crescimento, na reparação de algumas feridas (por exemplo demolição de edifícios), na promoção de actividades económicas compatíveis com as exigências deste tipo de turismo, como a produção alimentar sem químicos, a implantação de unidades hoteleiras especializadas de pequena dimensão e, sobretudo, a promoção do nível de educação escolar da população em relação a estes aspectos.
Isto claro sem prejuízo das actividades económicas mais intensas que podem, se devidamente enquadradas, ser compatíveis com as outras. Como saberá estuda-se neste momento a transformação da área, hoje agrícola, entre Elvas e o Caia para a implementação duma Plataforma Logística. Que reparos lhe merece esta estrutura? Desconhecia esse projecto. Será certamente uma interessante fonte de rendimento e de postos de trabalho para a cidade. É preciso, no entanto, garantir que o projecto não contém acções que originem estragos irreversíveis para um desenvolvimento harmonioso do concelho. Por exemplo, alguns tipos de actividades industriais não são compatíveis com alguns tipos de turismo, nomeadamente porque degradam a qualidade da paisagem. Da sua participação em vários estudos sobre a revisão da lei eleitoral a que conclusão chegou para a forma de melhor defender os interesses das populações locais? É um regionalista? Participei nesses estudos não como especialista em questões de lei eleitoral mas sim na tentativa de resolver um problema matemático e geográfico, relativamente complicado de criação de ciclos e respectiva distribuição da população e seus representantes. No entanto, de um ponto de vista pessoal e de cidadão, acho que deve existir uma ligação, o mais estreita possível, entre os cidadãos e os seus representantes. A existência de círculos uninominais de candidatura é uma forma interessante de conseguir essa ligação uma vez que cada deputado representa um conjunto concreto de pessoas. Neste sistema as pessoas votam numa pessoa específica (que pode pertencer a um partido) e não em abstracto num partido em geral. Em relação a ser regionalista… penso que é necessário existir uma forma de as populações locais poderem expressar os seus interesses. Pode ser através dos municípios, das regiões, dos círculos uninominais… desde que funcione… Que lhe falta na Capital que teria se vivesse em Elvas e vice-versa? Na capital: a paz, a calma, almoçar em casa, mais tempo livre, o campo…
Em Elvas: a actividade cultural, os amigos… o aeroporto… Qual a imagem de Elvas que lhe vem à cabeça quando lhe falam da sua terra natal? Não querendo em banalidades, são mesmo os arcos e as casas dos meus avós as imagens mais recorrentes.
Isto claro sem prejuízo das actividades económicas mais intensas que podem, se devidamente enquadradas, ser compatíveis com as outras. Como saberá estuda-se neste momento a transformação da área, hoje agrícola, entre Elvas e o Caia para a implementação duma Plataforma Logística. Que reparos lhe merece esta estrutura? Desconhecia esse projecto. Será certamente uma interessante fonte de rendimento e de postos de trabalho para a cidade. É preciso, no entanto, garantir que o projecto não contém acções que originem estragos irreversíveis para um desenvolvimento harmonioso do concelho. Por exemplo, alguns tipos de actividades industriais não são compatíveis com alguns tipos de turismo, nomeadamente porque degradam a qualidade da paisagem. Da sua participação em vários estudos sobre a revisão da lei eleitoral a que conclusão chegou para a forma de melhor defender os interesses das populações locais? É um regionalista? Participei nesses estudos não como especialista em questões de lei eleitoral mas sim na tentativa de resolver um problema matemático e geográfico, relativamente complicado de criação de ciclos e respectiva distribuição da população e seus representantes. No entanto, de um ponto de vista pessoal e de cidadão, acho que deve existir uma ligação, o mais estreita possível, entre os cidadãos e os seus representantes. A existência de círculos uninominais de candidatura é uma forma interessante de conseguir essa ligação uma vez que cada deputado representa um conjunto concreto de pessoas. Neste sistema as pessoas votam numa pessoa específica (que pode pertencer a um partido) e não em abstracto num partido em geral. Em relação a ser regionalista… penso que é necessário existir uma forma de as populações locais poderem expressar os seus interesses. Pode ser através dos municípios, das regiões, dos círculos uninominais… desde que funcione… Que lhe falta na Capital que teria se vivesse em Elvas e vice-versa? Na capital: a paz, a calma, almoçar em casa, mais tempo livre, o campo…
Em Elvas: a actividade cultural, os amigos… o aeroporto… Qual a imagem de Elvas que lhe vem à cabeça quando lhe falam da sua terra natal? Não querendo em banalidades, são mesmo os arcos e as casas dos meus avós as imagens mais recorrentes.
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello
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27.4.06
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SOCIEDADE
A 19 deste mesmo mês o Palácio do Regedor distribui aos elvenses um esclarecimento, fica o resumo e a explicação:
- (...) Mas, já no tempo do Marquês de Pombal, aquando da reconstrução de Lisboa após o terramoto de 1755, houve quem, nessa época, visse que estavam a construir ruas largas e não compreendesse qual a sua serventia. Nem por isso ele as deixou de mandar fazer.
- 1º - (...) tudo continuará na mesma (...);
- 2º - Aquela Terra Santa é, e continuará a ser, propriedade da CME;
- 3º - Os preços (...) são os que estão na Tabela da CME, (...). Os novos serviços (...) serão taxados por valor que tem de ter o parecer vinculativo da CME;
- 4º - O Cemitério não vai ser privatizado. (...)
- Os trabalhadores da autarquia que estão naquele local podem manter-se com vínculo à CME, mas trabalhando para a empresa. (...) mesmo depois de ter lido este esclarecimento, podem dirigir-se à autarquia (...) ou telefonar através do número 268639740.
Ontem foi a vez do STAL distribuir à população um comunicado.
Após a leitura de ambos levantaram-se algumas dúvidas:
- O Regedor compara-se ao Marquês de Pombal?!
- Podem funcionários públicos, enquanto quais, exercer funções em empresas privadas?
- Que diz a Autoridade da Concorrencia sobre esta Concessão?
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello
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26.4.06
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SOCIEDADE
Cada vez mais, e para grande agrado deste Velho Conselheiro, este blogue para além dos éditos sobre património, sociedade, política e outros da pena do Zé de Mello está a tornar-se um espaço de cidadania participativa, onde os co-Conselheiros vêm um espaço para exercer um dos fundamentos da democracia: a igualdade, a partilha de opiniões e também a denuncia atenta dos problemas dos elvenses. Não só de causas maiores (Maternidade e afins) se faz o dia a dia da cidade, também a resolução de pequenas ou grandes anómalias sentidas pelas populações na suas ruas e à sua porta são causas do blogue. Talvez sejam estes que fazem com que este blogue se orgulhe do esforço diário de colocar ao dispor de todos os co-conselheiros as suas opiniões, visões sobre Elvas, e os casos do diário citadino deste cidade.
Na semana passada chegou à caixa de correio dos emails que falavam sobre o Jardim Municipal. O primeiro de Helder Sabino que nos diz "...Porque tambem vejo, que sim senhor, o Jardim Municipal voltou a ser um Jardim. Esta cidade, terra das minhas filhas e minha há 30 anos, é bela demais para ter certos "Kês" negativos por isso temos que alertar a quem de direito." O segundo de João Choças que nos envia algumas fotos, também já publicadas no Semanário Linhas de Elvas, sobre os lagos do Jardim: 

Após 6 anos das obras de remodelação deste espaço, será por cuidados na prevenção da gripe das aves que não se faz a limpeza e manutenção dos mesmos? A metereologia apela aos elvenses o sair para passear e alegremente em família lá encontramos estes "cancros" no pulmão da cidade. Fica a chamada de atenção a quem de direito, que no caso penso ser o Vereador Vintém.
Recorde ou conheça a história desse dia histórico
(duração 31 minutos)
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello
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24.4.06
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SOCIEDADE
É nesta noite de esperança pela Liberdade que se espera pela população junto à Maternidade Mariana Martins de Elvas para que esta demonstre o seu empenho na continuação deste serviço na cidade.
A convocatória é do Movimento Pró Maternidade. A contra-argumentação é do Palácio do Regedor e do PS que acusam este de ser uma fachada para os partidos políticos na oposição da "extrema esquerda" à "extrema direita". Aquilo que deveria ser a velada de união dos elvenses em torno dum objectivo maior tornou-se na medição da capacidade dos elvenses serem livres pensadores.
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello
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21.4.06
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EUROCIDADE
A 30 de Junho de 2006, vai nascer uma nova Elvas, uma cidade que terá que se transformar numa centralidade ibérica, numa cidade portuguesa aberta ao Reino de Espanha. Uma capital transfronteiriça na ligação entre Lisboa e Madrid. Uma cidade de cultura, de serviços e conhecimento ao serviço duma cultura europeia. Chega de sentimentos de velhos do Restelo, vamos olhar em frente e perceber que a realidade do burgo elvense neste século XXI é diferente do seiscentos amuralhado, hoje é tempo de abertura ao mundo e de transformar a sociedade e mentalidade elvense para esta nova realidade de "Cidade Porta Europeia" e ante-câmara de Portugal. Vamos exigir a nós próprios novas formas de encarar o futuro, um futuro em que saudosismo, tradição, amuralhamentos dão lugar a conhecimento e enriquecimento cultural, financeiro e social com base na posição estratégica de Elvas entre dois paises da União Europeia. Vamos criar uma cidade transfronteiriça, uma cidade de mescla luso-espanhola, um centro de atractividade ibérica para empresas dos dois lados da raia. Vamos orgulhar-nos de ser Elvenses, Portugueses, Ibéricos e Europeus! Temos um mercado imenso do lado de lá da fronteira que deseja conhecer Portugal, vamos cativa-los a descobrir Elvas: "a un paso de Badajoz"; vamos icentivar os empresários nacionais a apostarem na posição elvense como lança para o território além-Caia. Vamos criar um Centro de Estudos Ibéricos sediado em Elvas. Vamos tornar a nova Elvas na cidade de encontro entre Portugal e Espanha. Na Elvas Ibérica.
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello
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20.4.06
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GABINETE DE INFORMAÇÃO E PROPAGANDA
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