Hoje é a vez do Jornal espanhol Hoy dar voz à futura extinção dos serviços hospitalares em Elvas:
leia aqui
Enfim, que bom é ser ibérico ou como diria Filipe II de España, aquando da sua apresentação nas cortes de Tomar: "Los portugueses son tan españoles como los demas"
O silêncio de todas as forças politicas! Que diz a Fundação? Que diz o Regedor?
Vou inscrever-me num curso de espanhol!
Maternidade alentejana pode fechar as portas
Bebés de Elvas poderão vir a nascer em Badajoz
«As mulheres da região de Elvas poderão passar a ter os seus filhos na maternidade de Badajoz, segundo uma hipótese que está a ser analisada pelos responsáveis do conselho de administração dos hospitais de Portalegre, de Elvas e daquela cidade espanhola. A concretizar-se a intenção, admite-se o encerramento da maternidade de Elvas.
O presidente do conselho de administração dos hospitais de Portalegre e de Elvas, Luís Ribeiro, sublinhou à Lusa que se trata de "uma hipótese que está a ser estudada, entre várias opções". Luís Ribeiro confirmou que existem já contactos com responsáveis do Hospital Infanta Cristina, de Badajoz, e que, a confirmar-se esta possibilidade, a Maternidade Mariana Martins, em Elvas, encerrará as suas portas."Não se tira nada à população sem lhes dar algo em troca e o que se pretende oferecer é um serviço melhor e com mais qualidade, onde os bebés nasçam bem do ponto de vista técnico, e a hipótese de Badajoz favorece as mulheres da região", sustentou o responsável.Actualmente, as mulheres do concelho de Elvas e das regiões limítrofes da raia têm habitualmente os filhos na maternidade de Elvas. No entanto, nos últimos tempos tem aumentado também o número de mulheres da região de Elvas que optam por dar à luz em Badajoz, recorrendo sobretudo a clínicas privadas, através de seguros de saúde.Para Luís Ribeiro, as mulheres portuguesas do interior "têm o direito a fazer os partos em condições idênticas às de Lisboa", considerando indiferente se um bebé nasce em Elvas ou Badajoz. "Se for filho de portugueses, a criança é portuguesa", argumentou. Luís Ribeiro sublinha que, para já, "nada está ainda resolvido", sendo a decisão final da competência do Ministério da Saúde, através da Administração Regional de Saúde do Alentejo. Para a concretização da medida, será também necessário um acordo entre os ministérios da Saúde de Portugal e de Espanha.Com doze médicos obstetras, as maternidades dos hospitais de Portalegre e Elvas registam anualmente cerca de 700 partos, uma média de 60 por mês.No passado dia 5 de Dezembro, o "Jornal de Notícias" avançou que a Direcção-Geral de Saúde, alegando a falta de recursos humanos para o encerramento de maternidades, tinha já elaborado uma lista das primeiras seis urgências de obstetrícia a fechar. Entre elas estava a de Elvas, que realiza menos de 200 partos por ano. Na altura, o presidente da Câmara de Elvas, Rondão Almeida, assegurou que a maternidade da cidade não iria fechar.»Esta-se mesmo a ver o que vai acontecer: ELVENSES DE BADAJOZ! Que forma habil esta de manter a população pacata e quieta quando a maior revolução em termos de saúde no concelho e região se avista no horizonte como uma forte hipotese de se tornar realidade! E a população caladinha! chiuuuuuuuuuuuu que o menino esta a dormir!
Neste dia dedicado a S. Paulo Miki quero deixar alguns destaques de aqui e ali:
Blogosfera Elvense:
Afinal o Forumelvense morreu, viva o Forum Helvas, que no seu prefácio diz: "A povoação era então conhecida pelo nome de Helvas. Nos dias de hoje apresentamos a opinião livre e independente da política de Helvas. Livre expressão. Na internet!"
Mais um recém chegado http://markodelvas.blogspot.com
Uma rectificação deixada pelo Conselheiro Domonte: A Rua Adelaide Cabete corresponde à arteria onde se localiza o Centro de Saúde e não a do Hospital como editei. Fica o pedido de desculpas.
Continua a residir no concelho de Elvas ou já se mudou para Lisboa?
A minha cidade!
Prometo continuar a mesma linha que tem sido seguida até hoje, não ofendendo ninguém e com o principal objectivo de fazer pensar!
Bem Hajam!
"Adelaide Cabete é uma das figuras importantes da história portuguesa do início do século XX. Foi médica e professora, Nasceu em Elvas, em 25 de Janeiro de 1867 e faleceu em Lisboa, em 14 de Setembro de 1935. De origem humilde e órfã, desde criança conheceu o duro trabalho da ameixa e doméstico, em casas ricas de Elvas, nas quais, de ouvido, aprendeu os rudimentos da escrita e leitura. Cantando «Saias» na passeira das ameixas, atraiu a atenção de Manuel Cabete. Casaram e o marido, que a ajudava nas tarefas domésticas, lançou-a nos estudos e na militância republicana e feminista. Já com 22 anos fez o exame de instrução primária. Em 1895, mudam-se para Lisboa, onde é uma aluna ainda mais aplicada, dizendo-se que enquanto lavava o chão de sua casa, ia revendo as matérias de Anatomia no livro encostado ao balde. Foi uma das pioneiras na Universidade, na Maçonaria e no Feminismo. Na capital torna-se médica ( Ginecologista/Obstétra com consultórios na Baixa), publicista, republicana, maçón, feminista, anti–alcoólica, abolicionista, pacifista e defensora dos animais. Em 1929 vai com o sobrinho Arnaldo Brasão para Luanda, de onde regressa em 1934.Por Joaquim Eduardo Em Elvas tem o seu nome atribuido à rua onde se situa o hospital.
Como se quer que os turistas que nela passam, aos milhares, adivinhem o que aqui há?
Se estivesse assinalado, por exemplo, "Fortificações de Elvas, Sec. XVII" não tenho dúvida de que havia mais gente, principalmente estrangeiros, a visitar-nos.
Há alguem que está interessado em que os que passam não entrem .Isto é uma realidade.Existe um lobby anti Elvas que faz com que aconteçam coisas destas. E o lobby está perto, não está em Lisboa, é regional. É constituido pelos de Portalegre e pelos de Évora, que fazem tudo e mais alguma coisa para que Elvas não se desenvolva.» enviado por Manuel Guerra via correio electrónico.











