Nesta batalha distinguiu-se o conde de Cantanhede, que recebeu, entre outras mercês, o título de marquês de Marialva, por carta de lei de 11 de Junho de 1661. extraido de Wikipedia
Nesta batalha distinguiu-se o conde de Cantanhede, que recebeu, entre outras mercês, o título de marquês de Marialva, por carta de lei de 11 de Junho de 1661. extraido de Wikipedia
Foi pela mão de Eugénio de Castro que Sardinha publicou os seus primeiros poemas, quando tinha apenas 15 anos.
Em 1911, formou-se em Direito na Universidade de Coimbra.
Tendo sido um destacado republicano municipalista enquanto estudante, após a implantação da República deu-se nele uma profunda desilusão com o novo regime. Convertido ao Catolicismo e à Monarquia, juntou-se a Hipólito Raposo, Alberto de Monsaraz, Luís de Almeida Braga e Pequito Rebelo, para fundar a revista Nação Portuguesa, publicação de filosofia política a partir da qual foi lançado o movimento político-cultural denominado "Integralismo Lusitano" em defesa de uma "monarquia tradicional, orgânica, anti-parlamentar".
Durante o breve consulado de Sidónio Pais, António Sardinha foi eleito deputado na lista da minoria monárquica. Em 1919, exilou-se em Espanha após a sua participação na fracassada da tentativa restauracionista de Monsanto e da "Monarquia do Norte".
Ao regressar a Portugal, 27 meses depois, tornou-se director do diário A Monarquia onde veio a desenvolver um intenso combate em defesa da filosofia e sociologia política tomista e, rejeitando a tese da decadência de Spengler, em defesa do catolicismo hispânico como a base da sobrevivência da civilização do Ocidente (tese retomada e desenvolvida nos anos 30 por Ramiro de Maeztu, em Defensa de la Hispanidad).
Placa dedicada a António Sardinha colocada no Aqueduto da Amoreira
Obras poéticas, entre outras: Tronco Reverdecido (1910), Epopeia da Planície (1915), Quando as Nascentes Despertam (1921), Na Corte da Saudade (1922), Chuva da Tarde (1923), Era uma Vez um Menino (1926), O Roubo da Europa (1931), Pequena Casa Lusitana (1937).
Estudos e Ensaios: O Valor da Raça (1915), Ao Princípio Era o Verbo (1924), A Aliança Peninsular (1924), A Teoria das Cortes Gerais (1924), Ao Ritmo da Ampulheta (1925), entre outros.
Se eu te pintasse, posta na tardinha,
pintava-te num fundo cor de olaia,
na mão suspensa, nessa mão que é minha,
o lenço fino acompanhando a saia!
Vejo-te assim, ó asa de andorinha,
em ar de infanta que perdeu a aia,
envolta numa luz que te acarinha,
na luz que desfalece e que desmaia!
Com teu encanto os dias me adamasques,
linda menina ingênua de Velásquez
a flutuar num mar de seda e renda.
Deixa cair dos lábios de medronho
a perfumada voz do nosso sonho,
mas tão baixinho que só eu entenda!
Trata-se de um imponente conjunto barroco, embora já com elementos rococó, que extravasa o retábulo-mor, para revestir a totalidade da capela-mor, inclusivamente a abóbada e o arco triunfal, o qual se relaciona, ainda com a talha que reveste as capelas laterais. Com o terramoto de 1755, e em virtude da igreja se encontrar sobre uma falha geológica, todo o conjunto foi muito afectado, obrigando a importantes obras de reconstrução que, de acordo com a inscrição da fachada, são datáveis de 1761. Esta, limitada por pilastras nos cunhais e terminando em empena com volutas, pauta-se por uma grande depuração. Excepção feita ao portal, onde se concentram os elementos decorativos. De verga recta, é flanqueado por pilastras que suportam um entablamento largo (onde figura a data de 1761 e uma estrela de oito pontas), ligando-se ao janelão superior através de duas volutas que enquadram as armas da Ordem. Já a fachada lateral, apresenta uma configuração que recorda a arquitectura civil, com janelas molduradas, numa concepção comum no Brasil, mas invulgar no nosso país, e que faz destes edifícios verdadeiros conjuntos multifuncionais e de imagem híbrida. Desta fase pós-terramoto é, ainda, o revestimento azulejar das paredes da nave, em silhares recortados com representações da vida de São Francisco, identificadas na cartela inferior. São exemplares rococó, executados entre 1760-65, e que se relacionam com a tonalidade azulada da base dos altares laterais. O púlpito, enquadrado pelo painel da estigmatização de São Francisco é, tal como as bases dos altares, de mármore branco e negro. Uma última referência para a cisterna do pátio, uma encomenda do bispo D. João de Sousa Castelo Branco. Esta iniciativa tem como base de partida a exposição realizada no Natal’05 no Museu Municipal de Fotografia João Carpinteiro, em que foi exposto com elevado êxito o presépio tradicional de Amélia Canoa acompanhado por algumas fotografias.
O objectivo servir de motor de atracção para o comércio e turismo do burgo durante a quadra festiva, transformando Elvas na Bethlehem do Alentejo.
Que medidas proponho:
- Voltar a expor o Presépio Tradicional de Amélia Canoa;
- Repetir e melhorar, se possível, o Présepio ao Vivo;
- Convidar artistas locais e nacionais a elaborarem um presépio, e desta forma montar uma exposição de Presépios Artísticos;
- Convidar as várias embaixadas sedeadas em Portugal a montarem um Presépio típico do seu país de origem, numa Exposição de Presépios do Mundo;
- Lançar um concurso de vitrinistas em que o Présepio seja o elemento central, em detrimento dos Pais Natais;
- Incentivar as várias colectividades a montarem presépios nas suas instalações
- Lançar um concurso escolar de montagem de presépios;
- Montar nos diversos bairros da cidade e nas freguesias rurais, junto de associações de moradores e outras colectividades vários présepios, fazendo que esta actividade seja realmente concelhia e não apenas do Centro Histórico;
- Lançar uma campanha de recolha de fundos de forma a possibilitar as famílias mais carenciadas do concelho uma época mais alegre;
- Lançar um concurso de ornamentação de árvores de natal, destinado a particulares, numa das principais entradas da cidade (Viaduto, por exemplo);
- Efectuar um bazar de Natal, tipo Feira das Oportunidades;
- Dinamizar o aparecimento de grupos musicais tradicionais que dêem continuidade à tradição do “Cantar ao Menino”, como aconteceu na semana pré 25/12 ou como aconteceu em Barbacena e na Terrugem;
- Colocação de um foco de alta potência, tipo farol, no Forte de N. Sra. Da Graça, qual estrela de Belém.
Espero sinceramente que, se não na totalidade parcialmente, o Projecto Elvas / Bethlehem possa ser uma realidade.
Uma noticia: o sitio alentejopress.com faz reportagem sobre a Rede Natura e os entraves à Plataforma Logistica e ao TGV, com comentários do vereador Nuno Mocinha. Um comentário: trolha said...
Ganda tanga !!!Esta votação faz lembrar as do tempo da outra senhora caro ZéDeMelo!!!!Porque carga d´agua é que não podem ser os visitantes a escolher os eleitos?Então como é que votamos nas categorias onde nenhum dos nomeados merece?????Desta é que me desiludiu !De qq forma e porque o Natal deve ser todos os dias, tenha um bom Ano Novo.

Será que terminada as obras na Sé teremos o campanários de branco pintado?
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Acedo ao pedido do Zé de Mello para escrever uma visão sobre o tema ELVAS 2006, e, mais precisamente sobre um sector estratégico da cidade e sobre o qual tenho uma visão pessoal algo enublada.
Turismo – Elvas 2006
Acontece dentro de poucos dias a BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa, maior montra do turismo luso, onde para além de empresas do sector estarão representadas as regiões de turismo e autarquias promovendo o seu turismo. No pavilhão do Alentejo estarão as 3 regiões alentejanas, Norte Alentejano, Évora e Planície Dourada, a Região da Costa Azul, representando os 4 concelhos litorais alentejanos, a Comissão Municipal de Turismo de Odemira, empresas de animação turística, hotéis e empresários que tentarão ao longo da feira promover os seus produtos e estabelecer contactos com vista a futuros negócios na área. O mesmo se passa, dias depois, numa das maiores feiras de turismo da Europa, a FITUR em Madrid.
Nos últimos anos tem sido com alguma tristeza que vejo pouca informação disponível sobre o meu concelho nestas duas iniciativas. Vejo apostas bem fortes de municípios como Mafra, Vila do Conde ou Albufeira, que para além da promoção nos pavilhões das suas regiões de turismo, apostam em forte com estruturas próprias, dando assim visibilidade aos seus concelhos. Não pretendo aqui culpar exclusivamente a Autarquia de Elvas, mas também o sector privado que não está motivado para ir mais além do que o turismo de passagem. Há que preparar desde já um turismo quer cultural quer de eventos para o concelho. Elvas está dotada de variadíssimas condições que fazem dela uma magnífica anfitriã, bons hotéis, bons restaurantes, bons museus e um património construído que tomaram outras cidades.
Então porque é que continuamos afastados dos circuitos turísticos internacionais? Simples: não existimos para eles! E quanto ao mercado nacional? Continuamos a ser uma passagem para o El Corte Inglês e para os “caramelos” de Badajoz! Os extremenhos ,e espanhóis em geral, vêm-nos como o restaurante de Badajoz. É bom, mas insuficiente!
Não dependendo directamente do poder local o plano de promoção, cabe a este exigir a adequada divulgação do concelho, quer a nível interno quer a nível internacional, possibilitando que Elvas passe a integrar os fluxos de turismo ibéricos e europeus. O que sim é da responsabilidade da autarquia é dotar os produtos e serviços locais de capacidades de forma a serem usufruídos pelos visitantes e turistas, em articulação com as restantes entidades locais. É visível neste momento que a autarquia desenvolve um trabalho exaustivo na construção de museus, faltando saber como será explorada e potenciada de forma a atrair visitantes a estes espaços. Tendo por base o fluxo de turismo actual em Elvas, um turismo de passagem e não de destino, estes espaços parecem-me não constituírem um pólo de atracção, isto porque em primeiro lugar, o nosso tipo de turistas procuram conhecer de forma rápida os principais pontos turísticos, sendo que os museus, em qualquer parte da geografia europeia, com as devidas excepções, são pontos de aprofundamento de conhecimentos. Tomando por base o guia do Centro Histórico, distribuído nos postos de turismos locais, e de edição da C. M. Elvas e da R. T. Norte Alentejano, este oferecem uma pequena resenha da história e dois itinerários de descoberta. nde onumentos estaurantes, lojas de artesanato ou "Na minha óptica pecam pela deficiente informação de carácter turístico, onde não são identificados vários monumentos, onde não são disponibilizadas informações práticas: parque de estacionamento, serviços públicos, correios, policia, restaurantes, alojamento, lojas de artesanato ou souvenirs.
De uma forma geral julgo que uma das medidas passíveis de serem concretizadas em 2006 na área do turismo, seria a constituição de uma entidade local de promoção turística, que englobando a autarquia, os hotéis e restaurantes, e outros, possa colmatar a cada vez mais parca actividade da R. T. Norte Alentejano no que concerne a este concelho.
Espero que este ano que agora se inicia seja um ano de novo impulso para o Turismo em Elvas, base importante da economia local.
Contudo apartir de hoje coloco a vossa disponibilidade a votação para atribuição dos Prémios Zé de Mello'05, que pretendem premiar nas categorias de Sociedade, Desporto, Cultura, Economia e Internet aqueles que durante o ano 2005 mais se distinguiram na cidade. Para tal basta clicar aqui. Esta votação decorrerá durante o mês de Janeiro e serão posteriormente divulgados os resultados. Quero ainda, agora que finalizo a operação de 2005, agradecer a todos aqueles que ao longo destes 5 meses têm feito com que os meus éditos sejam visitados diariamente por uma média de 100 entradas. Obrigado! Em 2006 voltarei ao vosso convívio com rosto renovado, até lá, recebam um abraço fraterno deste velho Conselheiro e antigo Ministro Real.
Na impossibilidade de pessoalmente desejar a todos os co-Conselheiros e visitantes do blogue um Feliz Natal e prospero 2006, deixo aqui expressos os meus votos nesta quadra festiva brindando com um cálice de Vinho do Porto. Durante a próxima semana este vosso Conselheiro retirar-se-á para um repouso, regressando a 2 de Janeiro com a iniciativa "Semana Aberta", esperando a participação de todos aqueles que assim o desejem fazer, bastando para tal enviar o vosso texto para o meu correio electrónico: zedemelo@sapo.pt .
Venho hoje agradecer ao Palácio do Regedor o ter removido a mal tratada bandeira que tinha hasteada na Torre Fernandina, como dei conta no meu édito olhar para torre. Só já falta abri-la para ser visitada e poder aproveitar-se como miradouro. Quanto à iluminação esperemos que também seja para breve! 21.12.2005, José Bento Amaro, (PÚBLICO)
A PSP poderá abandonar, em breve, 22 esquadras em todo o país, enquanto a GNR vai encerrar total ou parcialmente várias dezenas de postos.
A medida insere-se no plano de reestruturação territorial das forças de segurança que está a ser pensada pelo Ministério da Administração Interna (MAI), que, desse modo, pretende, com a alienação de algum do seu património, obter verbas que lhe permitam restaurar imóveis degradados e, também, autofinanciar-se para comprar outros equipamentos, nomeadamente armas e viaturas.










