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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 4.9.09
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No dia 13 de agosto de 2009, o Presidente da Câmara Municipal de Almeida, acompanhado pelo Consultor para o Património, Dr. Arq. João Campos, entregou o dossiê da Fortaleza de Almeida à Candidatura das Fortificações Abaluartadas da Raia Luso-Espanhola a Património Mundial UNESCO ao Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Dr. Luis Amado.

Na sessão de apresentação pública do projeto, o Presidente da Câmara Municipal de Almeida, António Baptista Ribeiro, referiu que a candidatura foi iniciada em maio e concluída em julho deste ano, admitindo que «não foi um trabalho fácil».
«Temos um caminho longo a percorrer. Hoje demos o sinal de partida e vamos ter que ultrapassar muitas etapas até chegarmos ao final», afirmou, dizendo esperar que no próximo ano, por esta altura, «esse desígnio» já esteja alcançado.
Recordemos que a candidatura das Fortificações abaluartadas da raia luso-espanhola, foi formalmente solicitada ao Governo da Nação na Declaração de Elvas, assinada pelos responsáveis de Elvas, Almeida, Valença, Estremoz e Marvão, constituindo-se como uma candidatura em série e por ciclos, que deverá ser retificada também pelo Reino de Espanha, juntando-se assim à já formalizada candidatura espanhola.

TODOS SOMOS ELVAS!!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 17.6.09
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FORTIFICACIONES DE ELVAS Y LA UNESCO

Elvas , que ya figuraba en la Lista Indicativa de la Unesco para optar a la declaración como Patrimonio Mundial por su amurallamiento abaluartado del siglo XVII, presentará próximamente su documentación definitiva de una manera especial. No como fortificación singular, aislada y cerrada, sino como 'punta de lanza' de todo un conjunto existente en la frontera, que puede ir adhiriéndose a la propuesta a medida que también rehabilite y documente su patrimonio fortificado. O sea, nuestros vecinos lideran una 'Candidatura en Serie por Etapas', siendo ellos el primer nombre de una lista que al menos deben incluirse Valença do Minho, Almeida, Estremoz y Marvão por Portugal, y Ciudad Rodrigo, Badajoz y Olivenza, por España.
Se da la circunstancia de que de todas las poblaciones anteriormente nombradas, ya tienen plenamente restauradas sus fortificaciones y avanzada la documentación sobre las mismas Valença do Minho, Almeida, Marvão y Ciudad Rodrigo. Llevan muy adelantada su labor Estremoz y Olivenza. Queda más atrás, con mucha actuación por realizar, Badajoz.
¿Qué se debe hacer en este momento? Primero, respaldar desde todas las instancias la candidatura de Elvas. Segundo, instar a que las poblaciones que ya tienen su patrimonio rehabilitado aceleren la redacción de su dossier técnico-científico. Tercero, que aquellos que tienen avanzado el proceso de rehabilitación lo concluyan y hagan el estudio correspondiente a sus fortificaciones. Y cuarto, que Badajoz entienda la importancia de su patrimonio abaluartado, liberando de obstáculos la cara externa de todo su amurallamiento, rehabilitando el Revellín de San Roque y el Fuerte de San Cristóbal (a la vez que se le da un uso adecuado a ambos, como por ejemplo de Museo de Interpretación de las Fortificaciones Abaluartadas, el primero, y de Museo de Historia de la Frontera, el segundo), y documentando todo el conjunto.
Hoy día es muy difícil que la Unesco califique como Patrimonio Mundial elementos aislados en Europa, dada la gran cantidad de ellos que ya están declarados como tales, por lo que se priman otros continentes. Pero los conjuntos, y sobre todo si son internacionales, tienen unas posibilidades claras, y más si poseen la singularidad, significación histórica, trascendencia y autenticidad de que goza el conjunto transfronterizo hispano-luso. Es, en este sentido, un acierto la candidatura en serie, y mayor aún el hacerlo por etapas. Y mayor acierto todavía lo es que comience la propuesta por Elvas, el mayor conjunto, mejor conservado y más acertadamente rehabilitado. Ya solo queda volver a insistir en la conveniencia de que los demás sigan su ejemplo, con todo lo que ello significa cultural, patrimonial, turística y económicamente para todos.

POR: MOISÉS CAYETANO ROSADO DOCTOR EN GEOGRAFÍA E HISTORIA. DIRECTOR DE PUBLICACIONES TRANSFRONTERIZAS 'O PELURINHO' NO HOY.ES

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 15.6.09
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Hoje queremos deixar-vos uma sugestão de leitura que nos chega desde o outro lado do Caia.

Antonio García Candelas, que já tinha lançado outro livro sobre as Fortificações de Badajoz, de seu título "Badajoz, Plaza Fuerte" o qual aconselhamos, apresenta agora uma nova publicação.

Neste novo livro, publicado em Agosto'08, "Badajoz, as miradas perdidas", recreiam-se ou reconstroem os numerosos elementos já desaparecidos das fortificações medievais e modernas de Badajoz, recuperando, de alguma forma, o passado patrimonial para que possa ser admirado no futuro.

Outro projecto de Antonio García Candelas é "ELVAS, SENTINELA NA FRONTEIRA", que se encontra em espera de publicação, sobre a nossa Cidade, e que se apresenta como uma colaboração deste autor na busca de mais informações sobre as nossas muralhas.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 22.5.09
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O Chefes dos Executivos Municipais de Almeida, Estremoz, Marvão e Valença, encabeçados pelo Regedor entregaram ontem a “Declaração de Elvas”, ao Ministro dos Negócios Estrangeiros,na presença do Ministro da Cultura,  do Embaixador de Portugal na UNESCO, e do Presidente da Comissão Nacional da UNESCO.

A “Declaração de Elvas” é um documento assinado pelos Presidentes das Câmaras Municipais de Elvas, Almeida, Estremoz, Marvão e Valença no passado dia 12 em Elvas, onde é manifestada a intenção de desenvolver o processo com vista à apresentação de uma candidatura a Património Mundial, transfronteiriça, em série, por ciclos, das Fortificações Abaluartadas da Fronteira entre Portugal e Espanha, sendo as Fortificações de Elvas a cabeça da série.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 19.5.09


A apresentação do dossiê técnico-científico da candidatura das Fortificações de Elvas a Património Mundial é feita no próximo sábado, 23 de Maio, às 16.30 horas, no Auditório São Mateus, em cerimónia presidida pelo Ministro da Cultura, dr. José Pinto Ribeiro.

Nesta cerimónia, além desta apresentação, são feitos os lançamentos do livro “Elvas na Literatura de Viagem” e do DVD “Elvas, Chave do Reino”.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 27.4.09


Recentemente o jornal diário de Badajoz, Hoy, escrevia sobre o caminho que aquela cidade enfrenta para alcançar o "selo" de Património Mundial.


Referindo-se ao facto de já constarem na lista indicativa do Governo Espanhol as fortificações Abaluartadas da Raia, entre as quais se incluem as da cidade-irmã, bem como outras, o jornalista refere que Badajoz e o seu Ayuntamiento não têm revelado interesse pelo assunto, dando como exemplo o estado de abandono do Forte de San Cristóbal, o Forte de San Roque bem como a muralha abaluartada esperam obras de requalificação. Apresentando como exemplo o trabalho desenvolvido por Ciudad Rodrigo e Almeida na condução desta candidatura, ao qual se juntam Olivença e Elvas. 

Quanto à nossa Cidade e à candidatura das nossas Fortificações, e ouvindo o especialista da UEX em Património e líder local da pretensão de Badajoz, Moisés Cayetano, este considera que Elvas, ao enfrentar isoladamente o processo de candidatura ao reconhecimento da UNESCO, esta poderá enfraquecer as possibilidades de Badajoz.

Para José Manuel Bueno, Presidenta da Asociación Cívica Ciudad de Badajoz, urge recuperar o Forte de San Cristoval e aliar-se a Elvas para que as Muralhas de Badajoz possam ter possibilidades de candidatura.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 22.4.09
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A 12 de Setembro'05 publicamos aqui os vários passos que um bem teria que percorrer para atingir a classificação de Património Mundial por parte da UNESCO. Vamos ver em que ponto deste caminho se encontram as Fortificações de Elvas.


Naquela data referimos que Elvas estava já incluída na Lista Indicativa de Bens a apresentar pelo Estado Português e desde então a Comissão Tecnico-Cientifica tem desenvolvido o 2º passo prepararando o Dossier de Candidatura, que se encontra finalizado, bem como os futuros instrumentos de gestão do bem, aguardando-se a sua apresentação.

Nada está ainda ganho, o 3º passo, Comissão Consultiva, terá que dar o visto bom à candidatura Elvense que depois será entre à Comissão de Património Mundial do Governo da Nação que o levará, em nome de Portugal, à apreciação da UNESCO, que se aprecia anualmente uma candidatura de cada estado-membro.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 18.3.09
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Conforme as últimas declarações do Regedor ainda este mês será apresentado o dossier de candidatura que Portugal deverá entregar à UNESCO, propondo classifica-las como Património Mundial.


Para recordar ou simplesmente informar que passos se seguirão, deixo o link, aos interessados, sobre as etapas desta epopeia elvense e nacional.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 6.2.09


Já começaram no coração do Centro Histórico do burgo as obras de remodelação e modernização do Jardim das Laranjeiras.

Este espaço único na malha das fortificações, que permitiu ao longo da última metade do sec. XX o usufruto do espaço dos fossos seiscentistas encontra-se num processo que o voltará a abrir às populações com "a cara lavada".

Num processo liderado pelo Palácio do Regedor, aproveitando programas estatais, o tradicional Jardim em breve estará à disposição dos Elvenses e forasteiros para de novo se constituir como parte integrante da Cidade e reforço da nova cara de Elvas face ao século XXI. Este será também uma mais valia no processo de alcançar o objectivo da classificação das muralhas de Elvas e suas obras militares como Património da Humanidade, dado ser essencial que o sitio a classificar seja de fruição pública.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 5.2.09
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Em delarações ao Linhas de Elvas, Rondão Almeida declara que estão a "desenvolver o processo de candidatura, o qual será apresentado à UNESCO na primeira quinzena de Março, depois de ser apresentado publicamente no Concelho"

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 9.1.09
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A reputada revista "Monumentos", anteriormente editada pela DG de Monumentos e hoje sob a alçada do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), é apresentada hoje em Elvas pelo Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Francisco Nunes Correia, no Auditório S. Mateus (Museu da Fotografia) às 18.30.

Dita publicação tem acostumado os seus leitores à publicação de artigos cientificos e históricos que ajudam a interpretar e conhecer o património português, constituiendo-se como uma fonte documental importante para o estudo de monumentos e ou sitios.
Neste número 28, tendo como tema central a nossa amada Cidade, passa assim a ser uma referência bibliografica imprescindivel para conhecer os últimos trabalhos cientificos de valorização e salvaguarda no contexto das perspectivas de reabilitação urbana e das políticas para as cidades.
Estamos de parabéns!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 29.8.08
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Após algum tempo em que o Palácio do Regedor não ilucidou os munícipes sobre o andamento do processo da candidatura das Fortificações de Elvas, o Zé de Mello agradece à Vereadora Elsa Grilo pelos esclarecimentos sobre o assunto.

Como imaginava este Velho Conselheiro o processo segue em bom andamento. "Trata-se de um processo moroso e dificil", disse aos microfones da Rádio Elvas no dia de ontem referindo ainda as dificuldades actuais centram-se no modelo de gestão e na putativa construção da rede peninsular que reforçaria o processo.
Revelou também que, em data a anunciar, serão apresentados um livro e vídeo sobre as Fortificações de Elvas e sua história.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 11.8.08
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Recebemos este mail de um cidadão identificado e que partilhamos com todos.




"Passei 3 meses e 12 dias da minha vida no interior do Forte da Graça,em 1970. Há poucos dias passei por lá volvidos 38 anos e apesar do tempo que vivi lá não me ter deixado saudades,fiquei triste por ver o estado de abondono a que foi votado.




Porque razão não o abrem ao publico,porque razão não colhem os testemunhos de quem lá esteve, de quem viveu as idas constantes ao "marechal" nome dado ao chafariz onde os militares reclusos no Depósito disciplinar íam buscar água?





Façam dessa história um circuito e dêem a conhecer parte do que foi o tratamento dado aos militares que não concordavam com o antigo regime.




Eu estou disposto a prestar testemunho e tenho a certeza que como eu muitos mais estarão interessados em fazê-lo. Mas se não estiverem dispostos a isso,ao menos salvem o monumento que é uma das mais belas e bem conseguidas fortificações Portuguesas.



N.G. do R."

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 4.8.08
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Segundo o próprio Regedor, os trabalhos que desenvolve a Comissão Cientifica e o dossier de Candidatura das Fortificações de Elvas seria apresentado em finais de 2007. Foi adiada, conforme publicitou a Vereadora do Pelouro, Elsa Grilo, para finais da Primavera de 2008.



Sabemos que os trabalhos científicos e académicos podem encadear-se e prosseguir direcções diferentes e mais aprofundadas que uma primeira apreciação pode-se prever, mas deve o Regedor e a Vereadora uma explicação à população.



Afinal, Elvas tem ou não condições para apresentar a sua Candidatura à Unesco individualmente? Se as tem porque não foi ainda apresentada o trabalho da Comissão? Ou será que este tipo de candidaturas não interessa já à Unesco, e não somos capazes de criar a Rede Peninsular de Fortalezas Transfronteiriças para potenciar uma candidatura transnacional? Será que as novas linhas orientadoras da Unesco aprovadas em Janeiro'08 restringem a oportunidade das Fortificações Elvenses de conseguir tal galardão?

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 6.5.08
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Eje patrimonial Badajoz-Elvas


Por Moisés Cayetano Rosado, Doctor en Geografía e Historia da Univ. Extremadura


En diversas ocasiones he insistido en este mismo medio sobre la importancia del patrimonio artístico-monumental de la raya hispano-portuguesa, especialmente de las construcciones militares abaluartadas del siglo XVII, completadas, perfeccionadas en los siglos XVIII y XIX a causa de las guerras en frontera.

No en balde esas "fortificaciones abaluartadas de la raya" están incluidas en la lista indicativa del Patrimonio de la Humanidad, esperando la calificación definitiva de la UNESCO (para la que se precisa nuestra contribución, rehabilitando, acondicionando y dándole adecuado uso a los monumentos que corresponden).

Pero con ser diversas las poblaciones de la raya punteras en contenido patrimonial abaluartado, no más de media docena son las imprescindibles -por su riqueza y magestuosidad- para dar sentido a la candidatura y tener éxito; así: Valença do Minho en el norte portugués; Almeida y Ciudad Rodrigo al centro de la raya -de Portugal y España respectivamente-, y Elvas, Olivenza y Badajoz al sur.

Ahora bien, ninguna de estas localidades privilegiadas por su portentoso patrimonio militar de la Edad Moderna y comienzos de la Contemporánea -grandioso y hermoso en su conjunto e individualmente uno a uno- tiene la singularidad de Elvas y Badajoz. De ahí su responsabilidad en el liderazgo de la candidatura conjunta a Patrimonio de la Humanidad. A saber: no sólo conservan todo (en el caso de Elvas) o gran parte (en el de Badajoz) del amurallamiento abaluartado rodeando a sus cascos históricos sino son ambas únicas en conservar fuertes exteriores de defensa que resultan auténticas joyas del arte y la ingeniería militar.

Hace unos días visitaba con un grupo de profesores y alumnos universitarios de más de una docena de naciones europeas y americanas -invitados por las universidades de Extremadura y de Évora- ambos asentamientos, y recientemente con más de setenta personas convocadas por la Asociación "Amigos de Badajoz", que comprobaron, admirándose, la importancia de este legado, su autenticidad y singularidad, viendo con claridad lo justo y urgente de la candidatura. Justo, por su identidad artística sin igual y el estado de conservación adecuado, y urgente porque otros conjuntos similares -en Francia junto a Bélgica-Holanda, y Eslovaquia junto a Hungría- compiten con nosotros en la "carrera" por llegar los primeros en la presentación ante la UNESCO.

Insisto en el caso de Elvas y Badajoz. La primera no sólo tiene en buen estado de presentación sus murallas de la ciudad sino el Fuerte de Santa Lucía (hoy Museo Militar abierto), aunque deba hacer aún algo similar con el Fuerte da Graça. Badajoz, en cambio, necesita actuar sobre sus murallas urbanas, despejando lienzos de construcciones públicas prescindibles, y sobre todo rehabilitando el Fuerte de San Cristóbal y el Revellín de San Roque, que han de ponerse al uso como Museo de Historia de la Frontera y Centro de Interpretación, como tantas veces hemos reivindicado.

Este "Eje Patrimonial Badajoz-Elvas", sin igual, debe desempeñar ya, sin otra tardanza, la punta de lanza que nos lleve a la deseada calificación de la UNESCO, y en ello todos tenemos alguna responsabilidad: políticos, especialistas universitarios, investigadores, asociaciones culturales y cívicas, medios de comunicación, ciudadanos del entorno en general, etc., unos proponiendo, otros gestionando y negociando, y otros animando, presionando, apoyando, etc. Cualquier demora e indecisión hará que otros se nos adelanten y, con menos mérito, logren lo que nosotros, por nuestro patrimonio histórico y artístico, antes que nadie merecemos.
http://www.extremaduraaldia.com/moises-cayetano/eje-patrimonial-badajoz-elvas/56621.html

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 29.4.08
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O Diário de Notícias dedicou ontem as páginas centrais ao Património declarado, ou em vias de classificação, com o título "PORTUGAL CRESCE NA LISTA DA UNESCO". O proposito desta notícia foi a entrega no Centro do Património Mundial da Unesco da candidatura transnacional conjunta entre Portugal e Espanha: Icnitos de Dinossáurios da Península Ibérica.



Nas declarações de Manuela Galhardo, secretária-executiva da da Comissão Nacional da Unesco ficou o alerta para que as candidaturas, a ser possível, sejam transnacionais, dado terem mais hipoteses de êxito. Sobre a possível candidatura das Fortificações de Elvas, esta responsável, afirma que, conjuntamente com a candidatura de Coimbra, são as mais fortes na lista.

É conhecida a vontade do Palácio do Regedor em que, ainda que avançando em primeiro lugar, a candidatura elvense seja integrada numa mais amplia que englobe as fortalezas raianas dos dois lados da fronteira. A lista indicativa espanhola já faz referência a esta possível candidatura, enquanto a lista lusa apenas considera Elvas.

Estão a ser mediadas as alterações necessárias a essa alteração, que não é referenciada pela directiva lusa da UNESCO? Que passo concretos tem desenvolvido o Palácio do Regedor para a constituição duma rede transnacional de Cidades Abaluartadas que vise esta candidatura? Estão reunidas as condições para a apresentação da candidatura elvense na Primavera conforme anunciado pela responsável autarquica pelo processo?

Ficam as dúvidas desde Velho Conselheiro para que quem de direito responda.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 21.2.08
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Um dos factores mais importantes para uma futura integração de Elvas, em conjunto com outras localidades raianas, na lista de Património da Humanidade da Unesco é a forma como este irá gerido. Como é sabido o património militar de Elvas encontra-se sobre tutela de diversas entidades, pelo que o Palácio do Regedor reuniu na manhã de 15 de Fevereiro com estas para estudar a forma integrada da gestão conjunta do património candidato.

Estiveram presentes:
  • Regedor,
  • Elsa Grilo (Vereadora responsável pela Candidatura),
  • Major General Adelino Matos Coelho (Director de História e Cultura Militar, do Estado-Maior do Exército),
  • Nuno Oliveira (Presidente do Instituto Politécnico de Portalegre),
  • Luís Pino Lopes (Assessor da Direcção do IGESPAR – Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico),
  • Alberto Marques (Director Coordenador do Desenvolvimento de Produtos e Destinos, do Turismo de Portugal, I.P.),
  • Fernando Branco Correia (Investigador da Universidade de Évora),
  • Duarte Ivo Cruz (Consultor da AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal),
  • José Nascimento (Director Regional de Cultura do Alentejo),
  • Hugo Porto (Director de Serviços dos Bens Culturais da Direcção Regional de Cultura do Alentejo),
  • Margarida Botto (Técnica Superior da Direcção Regional de Cultura do Alentejo),
  • Comissão Técnico-Científica da Candidatura das Fortificações de Elvas a Património Mundial: Domingos Bucho (Coordenador), António Ventura, Luís Boavida Portugal, Mário Baptista e Raul Ladeira

Os 16 elementos que se sentaram à volta da mesa de trabalho tiveram oportunidade de se aperceber do andamento dos trabalhos de elaboração da candidatura, do valor e dimensão das Fortificações de Elvas quando comparadas com outras construções terrestres do género e das possibilidades de gestão de todas os edifícios envolvidos no conjunto patrimonial a candidatar.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 11.1.08



Num primeiro anúncio a Comissão Técnico-científica da candidatura das Fortificações de Elvas a Património Mundial, apontaram o final de 2007 para apresentação do dossier. Já no final do mesmo foi a vez da vereadora responsável vir a público alterar esta conclusão e apresentação pública para a Primavera de 2008, e manifestar publicamente a sua incredibilidade no sucesso da mesma.

Nos últimos anos a UNESCO tem vindo a restringir a classificação de sítios patrimoniais, em especial no espaço europeu, dando preferência a outras latitudes e a outro tipo de "patrimónios". A possibilidade da inclusão da candidatura das Fortificações Elvenses numa rede transfronteiriça, englobando locais dos dois lados da fronteira, parece neste momento o melhor caminho para atingir este objectivo.
Esta rede, que já consta na lista identificativa de Espanha, não existe em Portugal enquanto propósito do Governo da Nação, nem constitui ainda uma associação de municípios com esse objectivo nem do lado luso nem do lado espanhol. Assim, a apresentação da candidatura Elvense à UNESCO por parte do Governo Central não deverá ser realizada enquanto não for listada a Rede Portuguesa de Fortificações Abaluartadas. Elvas deverá ser a cabeça dessa rede internacional devendo desde já sensibilizar os municípios portugueses que poderão englobar esta rede, constituir uma associação para esse propósito, incentivar a realização dos mesmos passos do lado espanhol.
Se não for este o caminho a seguir uma apresentação solitária, na qual nem os mais altos representantes da candidatura acreditam poderá ser uma machadada na intenção do Palácio em concretizar este objectivo.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 24.10.07
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Segundo os Especialistas que estiveram reunidos em Elvas e o Conselho Cientifico da Candidatura de Elvas a Património da Humanidade, Elvas é o maior conjunto terrestre abaluartado do Mundo, apenas ultrapassado pela Ilha de Malta e as suas Fortificações de La Valleta, estas já classificadas como testemunho das Cruzadas e do impulso religioso de conquista da Terra Santa.
Elvas tem neste estabelecido dois acordos de geminação com as localidades vizinhas de Badajoz e Olivença, assinados nos anos 90 do século passado, sendo desde há anos solicitado pela comunidade Elvense residente em Ixelles (Bélgica) um acordo semelhante entre este município e a sua Cidade Natal.
A proposta que este Velho Conselheiro lança à discussão é a assinatura de um acordo de geminação entre Elvas e a capital de Malta. Esta geminação não teria por base a história comum, como acontece com Badajoz e Olivença, mas sim o património, a aliança estratégica e os frutos que Elvas poderia colher e partilhar com um dos portos de cruzeiros mais importantes do Mediteraneo e uma cidade capital europeia com um património fortificado muito semelhante ao elvense e também apreender o modo como esta gere o seu bem classificado.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 25.7.07
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O Palácio do Regedor e o Centro de História da Universidade de Lisboa organizaram, nos dias 21 e 22 do mês passado, a Cimeira Mundial de Especialistas em Arquitectura Militar Abaluartada. Foi uma iniciativa cultural de grande importância, porque a realidade do património monumental elvense foi observada e confirmada por um conjunto representativo de técnicos internacionais, especialistas nesta matéria.
Por outro lado, o conjunto de comunicações apresentado constituiu um contributo muito valioso, para o trabalho em curso de candidatura das Fortificações de Elvas a Património da Humanidade.
No fundo, confirmámos aquilo que está diariamente diante dos nossos olhos e que, por hábito, não valorizamos de maneira adequada: a arquitectura militar abaluartada elvense é valiosíssima. Mais do que isso: é única, em todo o mundo! De acordo com o estudo comparativo apresentado pela Câmara Municipal aos participantes desta cimeira, Elvas tem a maior fortificação terrestre do mundo, que chegou aos nossos dias praticamente intacta e em estado de conservação muito bom.





Pela forma como decorreram os dois dias de trabalhos, após a realização desta cimeira mundial, Elvas passou a figurar ainda com mais brilho entre as principais fortificações abaluartadas do mundo inteiro. Grandes especialistas internacionais na matéria estiveram entre nós, observaram, debateram e regressaram às suas proveniências na posse de informação futuramente muito valiosa para esta Cidade.
Elvas é, agora mais do que antes, um nome reconhecido entre os especialistas mundiais em arquitectura militar abaluartada.





Conclusões da cimeira



Os participantes na Cimeira Mundial de Especialistas em Fortificações Abaluartadas, realizada em Elvas nos dias 21 e 22 de Julho de 2007 apresentaram diversas comunicações às quais se seguiu debate, onde foram abordadas questões gerais relacionadas com metodologias e tipologias, bem como outras mais específicas sobre o caso de Elvas. Desse conjunto de intervenções ressaltaram os seguintes aspectos:
- O carácter singular das fortificações de Elvas, com destaque para o seu enquadramento natural e a relação com a cidade. Estudar uma fortificação implica estudar o território onde foi implantada, bem como a táctica, a estratégia e a logística a ela associadas.
- A existência não só das fortificações, num estado de conservação e de genuinidade invulgares, mas também de todo um conjunto de estruturas a elas associadas: sistemas de abastecimento de água, paióis, armazéns, quartéis e outros edifícios de função militar que completam e dão coerência às fortificações.
Elvas apresenta uma densidade cultural diversificada no que respeita a fortificações, documentadas materialmente desde o séc. X até ao séc. XX, o que é um caso raro.
A Cidade foi, pelo menos desde o séc. XVII, uma realidade civil/militar e essa dupla natureza marcou e caracterizou a sua evolução até aos nossos dias.
O contributo dos especialistas que participaram nesta cimeira, com as suas experiências e competências em diversos campos – Historiadores, Arquitectos, Engenheiros, Geógrafos, Militares, etc. – irá valorizar o dossier de candidatura das Fortificações de Elvas a Património Mundial.

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